Jornalistas ou terroristas?


“... porque são puros os que não têm senhores"
Mauricio A. Morales


Hoje (*11 de setembro de 2011) é aniversário de um marco na história contemporânea da humanidade.

A mídia nacional e internacional, comandada pelas agências internacionais de informação, mais especificamente, grupos econômicos, é responsável pela venda de armas, doenças, desequilíbrios da natureza, enfim, destruição do homem e manutenção das guerras.

Para que serviu a derrubada das Torres?

1. O joio foi, finalmente, separado do trigo. Hoje temos conhecimento de que os governos mundiais não são administrados por homens, eis que tais seres nada têm de racionais, característica que os afastariam dos animais, vegetais e minerais. Alguns atuam como parasitas, outros, bactérias, outros, comensais e a grande maioria simplesmente vegetam.

A história da velha Europa está contaminada para sempre. A mística do desenvolvimento tecnológico é insuficiente para justificar a responsabilidade dos governantes europeus na participação das guerras de ocupação, em especial, contra o povo Iraquiano e outros povos do planeta. O que se convencionou chamar de cultura européia foi enterrada pela ação e omissão dos governos. Rasgou-se o manto roto da supremacia. Seus governantes, na linguagem chula dos mal-educados, não passam de serviçais e lacaios.

Quanto aos países de terceiro mundo, por mais que se procure disfarçar, apenas três governantes postaram-se, com firmeza, contra a ocupação: Fidel Castro, Hugo Chávez e Mugabe, os demais se limitaram a sussurrar nos ouvidos de Bush enquanto beijavam sua mão.

Mesmo diante da unanimidade dos povos do planeta contra a guerra, os governantes afirmaram o decreto de anulação da mística que envolve a palavra democracia.

Na testa do povo americano está colado um código de barras.
2. O mercado denominado imprensa foi, finalmente, desmascarado. Jornalista bom é jornalista morto, salvo raras exceções como o jornalista Carlos Rufino da Rede de Televisão Portuguesa. Aliás, entrevistado no programa observatório da imprensa, provocou, com suas respostas (no estilo europeu tradicional) a inveja de quem não tem o mínimo conhecimento do poder da informação.

Atualmente é racionalmente impossível que os 25% de alfabetizados leitores de jornais, não sintam desconforto ao ler seus periódicos prediletos. Afinal, se 25% da população é incapaz de entender um texto, será justo concluir que 75% dos jornalistas sejam analfabetos, ignorando completamente o assunto a que se propõe discutir, analisar ou apresentar.

As informações que deveriam ser produzidas por técnicos, ou, pelo mínimo, pesquisadores do assunto, são transmitidas por espécimes que se aproximam a robôs, esses, em grande quantidade podem ser encontrados nas televisões. São simplesmente ridículos. Seja na imprensa escrita ou televisiva, notícias são transmitidas sem qualquer análise preliminar, com total ausência crítica, sem responsabilidade quanto aos efeitos nocivos na psicologia do leitor, ouvinte ou telespectador, ou aos danos à sociedade ou ao planeta.

Nenhum jornal, exceto os eletrônicos, analisou as miríades de contra-informações ao “atentado às Torres”, cujo conteúdo, já editado, recebeu a denominação de “Pentagate - A mentira do século”. Dentre os cadáveres, jamais encontrados, estavam apenas estrangeiros, latinos e europeus. Todos serviçais. Mais de 5000 trabalhadores faltaram ao serviço e ninguém ousa indagar os motivos.

Não bastando a servilidade dos jornalistas durante o “show” produzido pela CNN e arquitetado pelos “falcões do Pentágono” (que me perdoem os falcões), hoje (*dez anos depois), a imprensa continua confundindo vítimas com terroristas e, para não deixar dúvidas, terroristas com vítimas.

3. Aprendemos que ignorância é poder. Constatamos que nações são comandadas por ignorantes, amorais e impotentes. Como se a memória fosse apenas uma palavra, civilizações são permanentemente reconduzidas ao empobrecimento material e moral com os aplausos da imprensa, cujo poder é usado no aprofundamento da miséria dos povos e, portanto, na miséria da humanidade.

Sinônimo de jornalista é: vendedor. Vendem carros, assim como vendem armas. Vendem mentiras, assim como vendem ignorância. Vendem poder, vendem o país no qual nasceram, vendem o planeta que se recusam a conhecer e respeitar. Vendem a humanidade, assim como vendem a possibilidade de humanização do homem. Vendem a si mesmos, assim como vendem as próximas séries dos exterminadores do futuro nos balcões de negócios da ignorância do poder.

Esquecem-se que a imoralidade gera impotência e aos incautos a soldo dos mercados poderá, no futuro, restar apenas a disputa do encargo de garotos propaganda de remédios contra a impotência, tal qual nosso grande Pelé, cuja única contribuição oferecida ao país o foi para transformá-lo em “país do futebol”.

Autora: Vera Vassouras

Notas (*) – O texto foi escrito em 11 de setembro de 2003 e até o momento o jornalismo do sistema continua cinicamente a repetir as mentiras sobre a implosão das torres, denominando-a "atentado terrorista".
(*) – Dez anos após os acontecimentos, com o Iraque devastado, seu solo transformado em depósito de lixo atômico, sua descendência vítima de contaminação psíquica e biológica, nenhum vestígio de humanidade, seja entre as chamadas nações, seja entre os chamados jornalistas, seja entre os chamados cientistas políticos, todos (com raríssimas exceções) aplaudindo a barbárie, como "crianças especiais" cumprindo os deveres de casa, agora, contra os Líbios. 
 
Fonte >> A Marcha Verde

O atentado "terrorista" ao Pentágono

"Notícia é o que alguém, em algum lugar, está tentando suprimir. O resto é só propaganda."
O ATENTADO "TERRORISTA" AO PENTÁGONO
Cace o Boeing e teste suas percepções!
(traduzido do site: http://www.asile.org/citoyens/numero13/pentagone/erreurs_en.htm)

Como todo mundo sabe, no dia 11 setembro, menos de uma hora depois do ataque ao World Trade Center, um avião colidiu com o Pentágono. A Associated Press informou primeiro que um caminhão bomba tinha causado a explosão. O Pentágono negou isso rapidamente. A versão oficial dos eventos do governo Americano ainda se mantém. Aqui está um pequeno jogo para você: Dê uma olhada nas fotografias e tente achar alguma evidência para corroborar a versão oficial. Agora é com você. Boa sorte na caçada!
PERGUNTA Nº 1

A primeira imagem de satélite mostra a seção do edifício que foi atingida pelo Boeing. Na imagem à direita, o segundo anel do edifício também é visível. Está claro que a aeronave só bateu no primeiro anel. Os quatro anéis interiores permaneceram intactos. Eles só foram danificados pelo fogo após a explosão inicial.





Você pode explicar como um Boeing 757-200, pesando quase 100 toneladas e viajando à uma velocidade mínima de 250 milhas por hora* só danificou o lado de fora do Pentágono?

*250 mph ao pousar, 600 mph em vôo.
PERGUNTA Nº 2

Estas duas fotografias  mostram o edifício logo após o ataque. Nós podemos observar que a aeronave só bateu no térreo. Os quatro andares superiores desmoronaram as 10:10 da manhã. O edifício tem 24 metros de altura.



Você pode explicar como um Boeing de 14 metros de altura, 47 metros de cumprimento, com uma envergadura de 38 metros e um cockpit de 3.5 metros de altura, poderia atingir apenas o térreo deste edifício?
PERGUNTA Nº 3
A fotografia abaixo mostra o gramado em frente ao edifício danificado. Você se lembrará que a aeronave só atingiu o térreo do primeiro anel do Pentágono.
Você pode achar escombros de um Boeing 757-200 nesta fotografia?
PERGUNTA Nº 4

A fotografia da questão 4 mostra um caminhão despejando areia em cima do gramado do Pentágono. Atrás dele, uma escavadora é vista espalhando pedregulho em cima da relva.

Você pode explicar por que o Secretário de Defesa julgou necessário jogar areia em cima do gramado, já que ele estava ileso após o ataque?
PERGUNTA Nº 5


As fotografias abaixo mostram representações de um Boeing 757-200 sobrepostas na seção atingida do edifício.

Você pode explicar o que aconteceu com as asas da aeronave e por que elas não causaram nenhum dano?

PERGUNTA Nº 6


As citações abaixo correspondem às declarações feitas pelo Chefe dos bombeiros do Município de Arlington, Ed Plaugher, em uma entrevista coletiva organizada pela Secretária de Defesa Assistente, Victoria Clarke, no dia 12 de setembro de 2001, no Pentágono.
Quando perguntado por um jornalista: "Restou alguma coisa da aeronave?"

"Em primeiro lugar, a pergunta sobre a aeronave, há alguns pedaços pequenos da aeronave visíveis do interior durante esta operação de combate ao fogo sobre a qual eu estou falando, mas não há pedaços grandes. Em outras palavras, não há nenhum pedaço da fuselagem ou esse tipo de coisa". "Você sabe, eu prefiro não comentar sobre isso. Nós temos muitas testemunhas oculares que podem lhe dar melhores informações sobre o que de fato aconteceu com a aeronave a medida em que ela se aproximava. Assim nós não sabemos. Eu não sei."

E quando perguntado por um jornalista: "Onde está o combustível do jato?"

"Nós temos o que acreditamos ser uma poça bem aí -- o que nós também acreditamos é ser o nariz da aeronave."

Você pode explicar por que o Chefe dos bombeiros do Município não pôde dizer aos repórteres onde a aeronave estava?
PERGUNTA Nº 7


Estas duas fotografias foram tiradas logo após o ataque. Elas mostram o lugar preciso no anel exterior onde o Boeing bateu.
Você pode achar o ponto de impacto da aeronave?
E então?
Você achou o Boeing? Ainda pode defender a versão oficial dos eventos?

> Muito bem! Se lembre de entrar em contato com o mestre da ilusão, David Copperfield. Ele ficará alegre de ter notícias de você!

Ou você achou que está faltando alguma coisa na versão oficial (como um Boeing, por exemplo)?

> Se você começar a se questionar se um Boeing realmente atingiu o Pentágono então, sem dúvida nenhuma, você estará se perguntando o que aconteceu com a aeronave que desapareceu. Você provavelmente se perguntará por que o governo dos EUA lhe contou essa estória em primeiro lugar, e começará a se fazer muitas outras perguntas. 
Não se preocupe! Isso é perfeitamente normal!


Fonte: www.reseauvoltaire.net - As fotografias são imagens oficiais e estão disponíveis em sites do governo dos EUA. 


NOTA DO SITE UMA NOVA ERA: apesar das evidências mostrarem claramente que um Boeing 757-200 teria causado um estrago muito maior e não teria desaparecido se tivesse batido no edifício, existem outros pontos a se considerar:
1. Existe a possibilidade do avião ter sido atingido por algum dispositivo de defesa do Pentágono a medida em que se aproximava, e o que atingiu o edifício foram apenas os seus restos pulverizados em chamas.
2. Se você aceitar as considerações do parágrafo anterior, pode parecer normal que o governo não explique o que aconteceu com o Boeing, já que ele não ia querer dar detalhes sobre o dispositivo que teria atingido o avião. 
Contudo, essa explicação levanta outras dúvidas: o Pentágono também é um ponto turístico e foi atingido menos de uma hora depois do World Trade Center. Então, porque não há nenhuma filmagem do avião quando o mesmo se aproximava? As pessoas já estavam de sobreaviso após assistirem os ataques na televisão e, como foi mostrado por algumas emissoras, estavam apontando suas câmeras para o céu ao menor sinal de barulho. E teria sido mais fácil ter percebido a aproximação do avião porque ele teria que ter voado mais baixo para atingir o solo.
Entretanto, essas teorias não mudam o fato de que o governo americano (controlado pela Illuminati), mentiu descaradamente sobre os atentados do dia 11.
Para quem não consegue entender porque um governo planejaria e executaria um ataque contra a própria população, basta dar uma olhada na história. Mais especificamente para o ataque "surpresa" dos japoneses a Pearl Harbor:
O governo americano sabia com antecedência que os japoneses atacariam, mas não fez nada justamente porque precisava de um motivo para entrar na Segunda Guerra. Na verdade a "administração Roosevelt" estava provocando os japoneses há algum tempo através de artimanhas e jogos diplomáticos, praticamente forçando-os a atacar. Os japoneses queriam chegar a um acordo.
Outra coisa que se deve ter em mente é que os governos são controlados pelos Illuminati/Reptilianos e que eles não têm nenhuma consideração por vidas humanas. Eles só se importam com a sua Agenda de dominação, ou como eles mesmos chamam: O Grande Trabalho das Eras.  

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Avança o Crash-Countdown




Indicador é um salto na cotação do ouro de 100 Dólares


Resumindo algumas palavras sobre o Euro: as diversas ações de salvamento do Euro estão falhando na esfera política. A Finlândia não aceita mais fornecer dinheiro aos gregos, ou apenas contra um dinheiro-retornável, que outros pagadores devem repassar. E outros países se uniram à ideia e querem fazer a mesma coisa. O próximo “pacote de salvamento”, o ESM, não passará pelo parlamento. Seria uma própria tarefa deste parlamento. A concordância em todos os 17 países do Euro seria necessária.


Também não avançam outros “veículos salvadores” como o Eurobonds ou um “governo econômico europeu”. A única coisa que ainda seguro o Euro são manipulações do mercado e o período de férias. Os mercados financeiros não estão com suas cadeiras totalmente ocupadas, mas isso mudará no início de setembro. Então nada mais irá ajudar, mesmo quando o banco central suíço comprar enormes quantidades de Euro. A queda do Euro se aproxima.


Crise bancária 2.0


Nós não discorremos aqui sobre o morticínio dos bancos gregos, mas sim de grandes bancos como o Unicredit, Societé Générale ou Bank of America. Segundo informações da mídia, todos estes estão à beira do abismo e certamente também muitos outros bancos. Se apenas um desses bancos cair, devido à retira maciça de capital, todos caem. O mercado interbancário está mais uma vez em colapso.


Da mesma forma que os conselhos dos bancos europeus e o FMI alertaram publicamente sobre os perigos antes da crise bancária em 2008. Neste ano, o sistema pode ser salvo apenas com muito esforço e enormes somas vindas dos bancos centrais e dos países. Além disso, o inimigo do sistema, a cotação do ouro, valia metade do que seu valor atual. Hoje em dia, os diversos títulos dos países falidos contidos no portfólio são os principais causadores da crise bancária. Um salvamento dos bancos como aconteceu em 2008 não será mais possível em 2011. Quando ocrash iniciar, desmorona tudo muito rapidamente e os bancos fecharão suas portas. Então virão as reformas monetárias, onde novas moedas nacionais serão introduzidas na Zona do Euro. As ovelhas poupadoras estarão então tosadas. Quando acontecerá? Provavelmente em setembro 2011.


Ouro


Entrementes acontece uma corrida mundial em direção ao ouro. Na Zona do Euro apenas na Alemanha e parcialmente na Áustria. Por isso sua cotação subiu há algumas semanas até 1.900 Dólares a onça, sofrendo então uma brutal pressão através de um esforço hercúleo. Mas uma retomada da elevação da cotação do ouro é certa. Esta fuga do sistema do papel-moeda não pode ser mais impedida, apenas contida momentaneamente. Logo chegará o ponto, onde os Bancos Centrais e os países devem tentar, como em qualquer crise monetária, salvar tudo com juros altos e contenção enérgica de despesas. Somente depois desaba a casa: bancos, ações, países, empresas endividadas, todo capital.


O indicador para um crash do sistema será: quando o preço do ouro avançar de repente 100 Dólares a onça ou mais, e não poder ser reprimido.


E não esquecer: após o crash, fazem as regras apenas aqueles que possuem o ouro; não mais os atuais políticos e demais elites. Estes irão afundar com o papel-moeda. A ira dos poupadores lesados será terrível. Ela eclodirá logo.





Walter Eichelburg, engenheiro.


O autor do artigo não é um consultor financeiro, mas sim um investidor em Viena - NR.


Este artigo apareceu na revista ef-online, de 03 de setembro de 2011.

http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=981
Fonte >> 

NATO resgata o euro na Líbia


NATO resgata o euro na Líbia

– A intervenção da NATO é para resgatar bancos franceses e o euro



por Xander Meyer
Nestes últimos meses demasiados absurdos têm sido anunciados acerca da guerra "humanitária" da NATO contra a Líbia, chamada de necessária mas de facto escandalosa, na qual pereceram cerca de 50 mil pessoas. Assim, colocámos lado a lado alguns factos que mostram as razões reais para expulsar Kadafi. Elas nada têm a ver com o seu não existente "derramamento de sangue", mas tudo a ver com o resgate dos perturbados bancos franceses e com eles o euro. Veja como – mais uma vez – você foi terrivelmente enganado pelos políticos e os media.

É um facto que em relação a países como o Bahrain, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos não foram planeadas quaisquer intervenções para expulsar os ditadores que os dominam. Ao contrário: países europeus como a Alemanha oferecem a estes regimes conhecimento profissional e armas. Então, por que uma intervenção na Líbia?

Em Outubro de 2010, Nuri Mesmari, chefe do secretariado de Kadafi, foi interrogado em Paris pelos serviços secretos franceses. Em medias asiáticos, dentre outros, foi informado que Mesmari teria revelado segredos de estado líbios contra um importante pagamento. Para o presidente Sarkozy isto foi uma bofetada na cara, em particular porque Kadafi teria a intenção de retirar todos os milhares de milhões líbios da Europa. Estes activos estavam em especial com bancos franceses e seriam transferidos para a Ásia.

Medo do colapso de bancos franceses 

Sarkozy temia que este passo teria consequências de longo alcance para os bancos franceses que de qualquer forma já estavam com perturbações e que não sobreviveriam à retirada dos milhares de milhões do petróleo líbio. E se bancos franceses entrassem em colapso, a França não seria capaz de participar mais nos Fundos de Resgate Europeus, os quais também fracassariam. Haveria uma cadeia de reacções que poriam em perigo a continuação do euro e toda a zona euro.

Também desempenhou um papel o facto de Kadafi ter anunciado que já não compraria o avião caça francês Rafale e de qualquer forma não encomendaria a construção de uma central nuclear líbia à França. A corporação francesa Total queria novos contratos de petróleo na Líbia, mas Kadafi concedeu-os à companhia italiana ENI (Kadafi e o primeiro-ministro italiano, Berlusconi, são bons amigos).

O resto passou-se aproximadamente como o golpe de estado no Irão em 1953. Então foi a CIA que o pôs de pé, agora foi a França que fez o mesmo na Líbia. No respeitado Asia Times está tudo descrito em pormenor. Primeiro a França assegurou-se do apoio da Arábia Saudit e do Bahrain com a promessa de deixar estes regimes em paz com as suas violações de direitos humanos. Ambos os regimes árabes arranjariam o apoio da Liga Árabe. "Naturalmente", os EUA, juntamente com alguns países europeus (dentre os quais a Holanda) também participaram para impedir o colapso dos bancos franceses.

Insurgência dos rebeldes organizada pela França 

Bernard Henri-Lévy, filósofo francês e querido dos media, foi despachado para Bengazi a fim de se tornar o porta-voz do "movimento rebelde" que foi amalgamado pelos serviços secretos ocidentais. Na presença dos media a trombetearem, Henri-Lévy telefonou de Bengazi para Sarkozy e anunciou o início do movimento democrático líbio que destituiria Kadafi. A seguir, os saldos líbios na banca foram congelados e os bancos franceses foram – temporariamente – resgatados.

Todo o circo parecia bastante convincente para os povos do ocidente. Na Líbia, a rivalidade existente entre diferentes tribos foi explorada para fazer com que os media relatassem passo a passo acerca de conquistas fictícias de territórios. A fase seguinte também foi planeada previamente: o apoio a estes rebeldes por parte da NATO.

Há informações de que a CIA teria transferido 1500 caças do Afeganistão para a Líbia a fim de apoiar os rebeldes vieram de círculos governamentais paquistaneses, cujo relacionamento com a CIA esfriou abaixo do ponto de congelamento. Desde a eliminação de Osama bin Laden, o Paquistão, irritado, começou a difundir toda espécie de falsos rumores acerca da CIA. Um dos rumores foi a transferência de centenas de persas e uzbeques para a Líbia. Mas numerosos jornalistas na Líbia que estavam constantemente a acompanhar os rebeldes não encontraram ali um único persa ou uzbeque.

Acordo de petróleo em troca do apoio à insurgência 

Retorno à França. Aqui os milhares de milhões do petróleo líbio permanecerão, quanto à parte principal, em mãos de bancos franceses. De provavelmente mais de €10 mil milhões, a França quer entregar no máximo €1,5 mil milhão ao novo governo líbio. E, a propósito, bancos em outros países da UE agora também se podem sentir aliviados. Além disso, em troca destes milhares de milhões eles podem vender um bocado de mercadorias à Líbia. Finalmente, o novo governo líbio terá de mostrar sua gratidão pela "libertação" do seu país. Os media anunciaram hoje (1/Setembro/2011) que a França na verdade fez um acordo petrolífero secreto com os rebeldes em troca do apoio francês à rebelião contra Kadafi. [3]

Logo se verificará se a Líbia ainda decidirá comprar os caças a jacto franceses, encomendar a construção de uma central nuclear aos franceses e conceder concessões petrolíferas à Total francesa. Além disso, os serviços secretos terão de descobrir como podem fornecer trabalho novo aos seus diferentes contactos. A dama holandesa proxeneta de Kadafi já foi interrogada pelo AIVD, o serviço de segurança e inteligência holandês. Ela havia fornecido as prostitutas necessárias ao regime e talvez possa fazer o mesmo para as novas pessoas no poder.

França distribui o botim de guerra 

De modo que agora se sabe como o "democrático" movimento líbio de rebelião saiu cá para fora e o que estava por trás deles. Cerca de 50 mil pessoas deram as suas vidas para evitar o colapso de bancos franceses e adiar por algum tempo o colapso do euro. Hoje (01/Setembro/2011) há uma conferência da "reconstrução" em Paris, onde mais de €34 mil milhões que a Líbia tem em contas bancárias ocidentais serão "distribuídos". Sarkozy posicionou-se como o grande homem da reconstrução da Líbia. Dizendo isto de outro modo: ele manterá a maior parte do botim em França por meios de contratos de milhares de milhões de euros com os novos líbios no poder.

Sábado passado anunciámos que brigadas relacionadas com a Al Qaeda se tornaram as mestras de Tripoli. Ontem o presidente dos EUA, Obama, confirmou isto. [2] Em suma: as pessoas contra as quais o ocidente combate em países como Afeganistão e Iraque, a Al Qaeda, são os mesmos extremistas muçulmanos que a NATO colocou sobre a sela na Líbia. É mais uma prova de que os princípios do ocidente são de valor nulo desde que dinheiro (grande) esteja envolvido. As senhoras proxenetas reais encontram-se na elite do poder financeiro e político.

Médio Oriente em chamas e fogo? 

Enquanto isso, o grande jogo (final) continua. Sarkozy já anunciou publicamente que a República Islâmica do Irão pode ser o próximo alvo. Também os preparativos turco-sauditas para intervenção militar na Síria estão encaminhados. Você verá que a próxima grande guerra, que pode atear fogo a todo o Médio Oriente – e talvez mesmo países de fora dele – será apresentada pelos media como uma "surpresa completa", exactamente como a revolução líbia planeada pela França. [1] 
01/Setembro/2011
O original (em holandês) encontra-se em http://xandernieuws.punt.nl/?id=639168&r=1&tbl_archief
A versão em inglês encontra-se em http://www.courtfool.info/en_NATO_rescues_euro_in_Libya.htm 


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

O 11 de Setembro não foi o maior atentado terrorista da humanidade

O 11 de Setembro não foi o maior atentado terrorista da humanidade

Embora a Rede Globo, a Globo News, a Record, a Bandeirantes, O SBT, a maioria dos jornais e rádios do nosso país – e do mundo ocidental – afirmem que o maior atentado terrorista da humanidade seja o 11 de Setembro, a afirmação não passa de uma mentira ridícula e hipócrita. Está dentro dos conformes da relação promíscua entre a mídia comercial e o governo norte-americano, que libera verbas milionárias para corromper a imprensa através de sua embaixada no Brasil, e de institutos e organizações norte-americanas.O maior atentado terrorista da humanidade aconteceu no dia 6 de agosto de 1945, foi a explosão da bomba atômica norte-americana em Hiroshima, no Japão. O segundo atentado terrorista aconteceu três dias depois, no dia 9 de agosto do mesmo ano,na cidade de Nagasaki, assassinando mais de 220 mil japoneses – na maioria civis indefesos. Milhares morreram depois de câncer causado pela radiação das bombas.

A Segunda Guerra Mundial já estava vencida pelos Aliados. O Alto Comando Militar Japão já negociava a rendição com os norte-americanos, mas ainda assim as bombas atômicas foram detonadas para – conforme relatos de oficiais norte-americanos – obter melhor negociação junto às nações vencidas, isto é, chantagear e submeter a Alemanha, Itália e Japão. Por este motivo esses países foram sangrados ao longo das últimas décadas pagando indenizações de guerra injustificáveis, uma indústria de vitimização hipócrita e criminosa que beneficiou os chacais da guerra e a mídia corrupta.

Alemanha, Japão e Itália são países militarmente ocupados pelos Estados Unidos da América até os dias de hoje. Na Alemanha existe, em operação, 25 bases militares norte-americanas e 86.500 militares. No Japão e na Itália são dezenas de bases estocando mísseis e bombas atômicas capazes de destruir o nosso planeta diversas vezes. Na semana passada o Pentágono comemorou a inauguração de sua milésima base militar, sem contar a presença militar em 156 países, bases militares em 75 países, 38.310 edifícios espalhados por diversas nações que empregam mais de um milhão de pessoas, dos quais 862.000 militares.

No atentado de 11 de Setembro às Torres Gêmeas morreram 2.996 pessoas. Esse atentado é contestado por diversos jornalistas e pesquisadores, a ponto de uma equipe de jornalistas e radialistas norte-americanos lançarem um documentário (à venda ou locação em locadoras) pela Power Hour Production, o “911 In Plane Site”, com fotos ampliadas mostrando que os aviões que se chocaram contra as torres não tinham civis; eram aviões militares tele-guiados, com mísseis. Quem não acreditar pode assistir o documentário e tirar dúvidas, e conhecer os motivos pelos quais o 11 de Setembro foi criado pelo próprio governo norte-americano.

Desde que a “liberdade e democracia” norte-americana venceram a Segunda Guerra Mundial, dezenas de povos foram massacrados (Coreia, Vietnã), países foram invadidos e ocupados (Afeganistão, Iraque, Líbia).

Os verdadeiros terroristas da humanidade não estão em Guantânamo, muito menos nas areias dos desertos árabes ou nas montanhas do Afeganistão. Os verdadeiros terroristas da humanidade, aqueles que fabricam as guerras para roubas as riquezas naturais dos pequenos povos com desculpas políticas, estão na Casa Branca, no Pentágono, na Otan, no Palácio de Versalhes, no parlamento britânico, no Knesset, no sistema financeiro internacional.

A cobertura que a mídia ocidental está fazendo sobre o 11 de Setembro é uma cortina de fumaça para enganar e iludir a opinião pública mundial, desviando a atenção sobre os verdadeiros criminosos e terroristas da humanidade: os governos dos Estados Unidos da América, França, Israel, Inglaterra e seus aliados.

José Gil

O Hungarismo



EL HUNGARISMO
Primer capitulo de la obra de Francisco Szálasi, "UT ES CEL" (Rumbo y Meta)

El Hungarismo es una ideología. La versión húngara de la versión nacionalsocialista del mundo y del espíritu de nuestra época.

No es hitlerismo, ni fascismo, ni antisemitismo, sino es eso: Hungarismo.

El Hungarismo significa, por un lado socialismo. La armonización de los intereses morales, espirituales de todas las personas; por lo tanto, no se ha fijado como finalidad satisfacer los intereses de unos cuantos individuos o clases, sino garantizar la felicidad de la gran comunidad que abarca a todos los individuos y a todas las clases de la nación.

Pero Hungarismo significa, al mismo tiempo, nacionalismo, porque lucha por el bienestar del grupo humano más natural, la nación, a través de ésta, por el bienestar de todos los que trabajan.
El Hungarismo implanta, en el seno de la nación húngara la paz económica, social y política. La base de esta paz interior es la paz laboral entre todos los diferentes grupos de trabajadores que viven en el seno de la nación, al obrero, edificación de la nación, al intelectual, guía de la nación, al soldado, defensor de la nación, y a las garantías de la inmortalidad de la nación; a la mujer y a la juventud.
Implanta además:

1.- La paz económica, que distribuye equitativamente los beneficios del trabajo y de la producción entre los que han tomado parte en la producción, para hacer desaparecer la posibilidad de la creación y de la existencia del capitalismo financiero y la miseria sin esperanzas de los trabajadores.

2.- La paz social, que no reconoce la existencia de clases privilegiadas: clases feudal, liberal o capitalista; clases alta, media, y baja, sino tan sólo la comunidad social unida de todos los trabajadores..

3.- La paz política, en la cual no hay intereses egoístas de partido que apartan de su meta a la nación política, sino una sola idea política rectora que guía a la comunidad hacia el logro de la felicidad de la nación, dentro de la comunidad de naciones europeas.

El Hungarismo es un régimen moral, lo mismo político, social que económico, apoyado sobre individuos responsables.

Esta responsabilidad no es, sin embargo, la responsabilidad irresponsable, compatible, y transferible del régimen liberal (democracia), sino una responsabilidad tomada a plena conciencia y con la mayor elevación de espíritu. Pero el régimen hungarista no es creado ni dirigido por unos poderosos impuestos a la nación, o por personalidades autodesignadas, sino por los que la misma nación trabajadora eleva al título de personalidades y de jefes.

Es sobre esta base que el Hungarismo edifica su sistema político: un estado agrario nacionalsocialista fuertemente desarrollado y servido por industrias.

El Hungarismo es religioso y cristiano, y no tolera el ateísmo, la burla de Dios, la irreligiosidad. Tiene una sola moral y una sola práctica.

El Hungarismo afirma categóricamente que el judaísmo no es una religión, sino una raza: el grupo nacional extraño que nunca se solidarizó con la raza húngara, nunca hizo el menor sacrificio por dicha comunidad y que, por tanto, no adquirió ningún derecho a vivir en el seno de dicha comunidad nacional. Por eso, el Hungarismo no proclama el antisemitismo (la hostilidad hacia los judíos), sino el ascetismo (la exclusión de los judíos). El Hungarismo no hará leyes contra los judíos, porque las leyes reconocen también derechos, y los judíos ni siquiera tienen el derecho de vivir sin derechos en el seno de la comunidad que han explotado hasta ahora.

La política exterior del Hungarismo es el reconocimiento del orden nacionalsocialista de la comunidad europea de naciones. La pone en práctica con el co-nacionalismo. Según esta doctrina, los estados europeos dotados de regímenes nacionalsocialistas conviven, cada uno de ellos completando las vidas moral, espiritual y material, lo mismo política, que social y económica de los demás, y junto con el territorio de la nación húngara, todos ellos representan la comunidad europea de intereses.

Nuestra comunidad nacional defiende a todos los estados nacionalsocialistas que proclaman y practican la misma ideología que nosotros, contra cualquier agresión económica o armada.

El Hungarismo defiende y ataca.

Defiende a la comunidad nacional y al nacionalsocialismo, ataca a los enemigos de la comunidad nacional y del nacionalsocialismo. Cuando defiende, es inexpugnable, cuando ataca, es inexorable.

No pide clemencia, ni la da.

El Hungarismo es: Fe, Obediencia, Lucha.

El Hungarismo es: Pax Hungárica, Paz Húngara para la comunidad nacional de la cuenca del Danubio rodeada por los Cárpatos, capaz de crecer, de obedecer y de luchar.

Algunos de los pensamientos más famosos de Francisco Szálasi son:


"Mi ideología será el puente de oro que unirá a los fines terrenales con los fines celestiales, al hombre con Dios"


"Al servicio de la patria, se puede morir, jamás abandonar "


http://www.ultimoreducto.com/doctrina/hungarismo.htmFonte >> 

El cometa Elenin y las catástrofes en la Tierra

A França organizou a “Conferência dos Amigos dos traidores e usurpadores da Líbia”








A Conferência de Amigos da Líbia, primeiro grande encontro internacional impulsionado por França e Grã-Bretanha para legalizar o roubo e a ocupação imperialista da Líbia, começou na tarde desta quinta-feira na sede da presidência francesa em Paris. Doze chefes de Estado, 17 chefes de governo, cerca de 20 ministro e altos representantes de oito organizações internacionais, entre elas a ONU (dominada pelo imperialismo norte-americano e sionismo) e a Liga Árabe (transformada em grupo de monarcas subservientes), participam do encontro na presença de autoridades do Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político dos rebeldes líbios sustentados pela Otan e mercenários estrangeiros. 
Está previsto que na cúpula de Paris o CNT apresente o Mapa do Caminho da transição, que planeja passar do Governo de Massas instaurado por Kadafi para a um Estado "democrático, constitucional e islâmico", no qual a sharia (lei islâmica exigida pela Al-Qaeda) seria a fonte do direito.
O objetivo dessa reunião de governantes cúmplices ou subservientes às potências imperialistas que continuam promovendo massacres na Líbia através da Otan é dar alguma legitimidade para o CNT desbloquear o dinheiro do povo líbio seqüestrado e bloqueado em diversos países.
A realização da cúpula coincide com o 42º aniversário da Revolução Líbia Al Fateh,comandada por Muamar Kadafi em 1969, que derrubou o Rei Idris (um fantoche dos imperialistas) e destruiu todas as bases militares estrangeiras que havia no país.
A história da humanidade está sendo reescrita por personagens lamentáveis, que ficarão marcadas como atores cômicos e idiotas a serviço do sistema financeiro internacional e da indústria bélica:
Nicolas Sarkozy, presidente que não conseguirá ser reeleito por ser incompetente e subserviente ao imperialismo norte-americano. Napoleão Bonaparte deve estar se revirando no túmulo ao ver que a França é hoje palco de uma comédia sinistra para roubar petróleo na Líbia, às custasdo assassinato em massa de civis inocentes e indefesos.
Barack Hussein Obama – Fantoche da indústria bélica e petrolífera, refém dos políticos corruptos e mídia mercenária que dominam os EUA.
Silvio Berlusconi – Banqueiro e magnata das comunicações na Itália, pedófilo e sexista, primeiro ministro da Itália que se refere ao povo italiano como “povo de merda”.
Ban Ki-moon, secretário geral da ONU, fantoche do imperialismo norte-americano cujo país, desde a guerra da Coreia – Coreia do Sul - é território ocupado por tropas e bases militares norte-americanas.

O retrocesso
O Mapa do Caminho da transição, que planeja passar do Governo de Massas instaurado por Kadafi para a um Estado "democrático, constitucional e islâmico", é puro retrocesso político e religioso.No Governo das Massas o povo não tem representantes, intermediários no poder, políticos profissionais que formam verdadeiras quadrilhas para saquear o dinheiro público e vendera soberania do país às potências estrangeiras.
A lei da “sharia” é o início das guerras religiosas que martirizam diversas nações, onde xiitas e sunitas são levados a guerras fratricidas.
Criar um ambiente de guerra e corrupção permanente na Líbia é a única esperança que as potências imperialistas tem de submeter o povo líbio.

Cantaram vitória muito cedo
Os rebeldes e os grupos de mercenários e criminosos cantaram vitória muito cedo na Líbia. Para desbloquear fortunas em bancos estrangeiros e na mídia ocidental eles são os ganhadores da guerra de ocupação da Líbia, mas na realidade a luta de resistência do povo líbio está apenas começando.
Se a guerra foi vencida pelos rebeldes, porque a Otan continua a bombardear o país? Porque diversos focos de resistência armada continuam combatendo em Trípoli, Sirte e diversas cidades líbias, sem falar nas aldeias do deserto, onde todas as tribos são pró-Kadafi?

Conclusão
A Conferência dos Amigos da Líbia em Paris deve ser chamada de “Conferência dos Amigos dos traidores e usurpadores da Líbia”. Por trás de toda a propaganda na mercenária mídia ocidental, e dos crimes contra a humanidade na Líbia perpetrados pela Otan e governos da França,Estados Unidos e Inglaterra, estão:
A - uma tentativa de silenciar um líder mundial que conquistou a simpatia dos povos livres por seu exemplo e atuação concreta na luta anti-imperialista e anti-sionista. Muamar Kadafi construiu uma nação próspera, sólida e soberana, apesar dos bloqueios e das sanções econômicas a que o país foi submetido. Kadafi construiu o maior rio artificial do mundo para irrigar o deserto, construiu o maior IDH da África (maior inclusive que o do Brasil e Argentina). Kadafi foi o primeiro governante a exigir dos países colonialistas indenização pelos roubos e crimes cometidos no passado. Ele criou a União dos Países Africanos. A Líbia de Kadafi enviava médicos, dentistas e medicamentos para as nações mais pobres do continente africano.
B – Roubar petróleo e gás natural da Líbia. Hoje a Líbia explora apenas11% de suas reservas naturais e Kadafi não permitia que as empresas estrangeiras tivessem lucro acima de 10% na extração do petróleo líbio. No México as empresas norte-americanas tem lucratividade superior a 500%;
C – Fortalecer a Otan (Nato) enquanto arma mortal do imperialismo;
D – Queimar estoques de bombas e mísseis dos EUA,França e Inglaterra, para a aquisição de novos e modernos armamentos, através de contratos milionários onde os maiores beneficiários são os políticos e militarescorruptos. 

Em mensagem de áudio, Kadafi pede resistência e luta


EM MENSAGEM DE ÁUDIO DIVULGADA HOJE (1º), O PRESIDENTE LÍBIO, MUAMAR KADAFI, PEDIU AOS QUE SÃO LEAIS A ELE QUE RESISTAM À PRESSÃO FEITA PELA OPOSIÇÃO ARMADA E PELA ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DO ATLÂNTICO NORTE (OTAN), INSTRUMENTO AGRESSIVO DAS POTÊNCIAS IMPERIALISTAS. SEGUNDO ELE, HÁ “DIVERGÊNCIAS” ENTRE OS REBELDES E A OTAN.


A mensagem de Khadafi foi veiculada pela emissora síria de televisão Arrai, com sede em Damasco. “Mesmo que não escutem a minha voz, continuem a resistir”, disse ele, que está desaparecido desde que os grupos armados de oposição avançaram a Trípoli. “Existem divergências entre a aliança da agressão [Otan] e os seus agentes ”, acrescentou.

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Com agências