Sete pontos acerca da Líbia


por Domenico Losurdo



Doravante mesmo os cegos podem ver e compreender o que está a acontecer na Líbia:



1. O que se passa é uma guerra promovida e desencadeada pela NATO. Esta verdade acaba por se revelar até mesmo nos órgãos de "informação" burgueses. No La Stampa de 25 de Agosto, Lucia Annunziata escreve: é uma guerra "inteiramente externa, ou seja, feita pelas forças da NATO"; foi "o sistema ocidental que promoveu a guerra contra Kadafi". Uma peça do International Herald Tribune de 24 de Agosto mostra-nos "rebeldes" que se regozijam, mas eles estão comodamente instalados num avião que traz o emblema da NATO.

2. Trata-se de uma guerra preparada desde há muito tempo. O Sunday Mirror de 20 de Março revelou que "três semanas" antes da resolução da ONU já estavam em acção na Líbia "centenas" de soldados britânicos, enquadrados num dos corpos militares mais refinados e mais temidos do mundo (SAS). Revelações ou admissões análogas podem ser lidas no International Herald Tribune de 31 de Março, a propósito da presença de "pequenos grupos da CIA" e de uma "ampla força ocidental a actuar na sombra", sempre "antes do desencadeamento das hostilidades a 19 de Março".

3. Esta guerra nada tem a ver com a protecção dos direitos humanos. No artigo já citado, Lucia Annunziata observa com angústia: "A NATO que alcançou a vitória não é a mesma entidade que lançou a guerra". Nesse intervalo de tempo, o Ocidente enfraqueceu-se gravemente com a crise económica; conseguirá ele manter o controle de um continente que, cada vez mais frequentemente, percebe o apelo das "nações não ocidentais" e em particular da China? Igualmente, este mesmo diário que apresenta o artigo de Annunziata, La Stampa, em 26 de Agosto publica uma manchete a toda a largura da página: "Nova Líbia, desafio Itália-França". Para aqueles que ainda não tivessem compreendido de que tipo de desafio se trata, o editorial de Paolo Paroni (Duelo finalmente de negócios) esclarece: depois do início da operação bélica, caracterizada pelo frenético activismo de Sarkozy, "compreendeu-se subitamente que a guerra contra o coronel ia transformar-se num conflito de outro tipo:   guerra económica, com um novo adversário:   a Itália obviamente".

4. Desejada por motivos abjectos, a guerra é conduzida de modo criminoso. Limito-me apenas a alguns pormenores tomados de um diário acima de qualquer suspeita. O International Herald Tribune de 26 de Agosto, num artigo de K. Fahim e R. Gladstone, relata: "Num acampamento no centro de Tripoli foram encontrados os corpos crivados de balas de mais de 30 combatente pró Kadafi. Pelo menos dois deles estavam atados com algemas de plástico e isto permite pensar que sofreram uma execução. Dentre estes mortos, cinco foram encontrados num hospital de campo; um estava numa ambulância, estendido numa maca e amarrado por um cinturão e tendo ainda uma transfusão intravenosa no braço".

5. Bárbara como todas as guerras coloniais, a guerra actual contra a Líbia demonstra como o imperialismo se torna cada vez mais bárbaro. No passado, foram inumeráveis as tentativas da CIA de assassinar Fidel Castro, mas estas tentativas eram efectuadas em segredo, com um sentimento de que se não é por vergonha é pelo menos de temer possíveis reacções da opinião pública internacional. Hoje, em contrapartida, assassinar Kadafi ou outros chefes de Estado não apreciados no Ocidente é um direito abertamente proclamado. O Corriere della Sera de 26 de Agosto de 2011 titula triunfalmente: "Caça a Kadafi e seus filhos, casa por casa". Enquanto escrevo, os Tornado britânicos, aproveitando também a colaboração e informações fornecidas pela França, são utilizados para bombardear Syrte e exterminar toda a família de Kadafi.

6. Não menos bárbara que a guerra foi a campanha de desinformação. Sem o menor sentimento de pudor, a NATO martelou sistematicamente a mentira segundo a qual suas operações guerreiras não visavam senão a protecção dos civis! E a imprensa, a "livre" imprensa ocidental? Ela, em certo momento, publicou com ostentação a "notícia" segundo a qual Kadafi enchia seus soldados de viagra de modo a que eles pudessem mais facilmente cometer violações em massa. Como esta "notícia" caiu rapidamente no ridículo, surge então uma outra "nova" segundo a qual os soldados líbios atiram sobre as crianças. Nenhuma prova é fornecida, não se encontra nenhuma referência a datas e lugares determinados, nenhuma remessa a tal ou tal fonte: o importante é criminalizar o inimigo a liquidar.

7. Mussolini no seu tempo apresentava a agressão fascista contra a Etiópia como uma campanha para libertar este país da chaga da escravidão; hoje a NATO apresenta a sua agressão contra a Líbia como uma campanha para a difusão da democracia. No seu tempo Mussolini não cessava de trovejar contra o imperador etíope Hailé Sélassié chamando-o "Negus dos negreiros"; hoje a NATO exprime seu desprezo por Kadafi chamando-o "ditador". Assim como a natureza belicista do imperialismo não muda, também as suas técnicas de manipulação revelam elementos significativos de continuidade. Para clarificar quem hoje realmente exerce a ditadura a nível planetário, ao invés de citar Marx ou Lénine quero citar Emmanuel Kant. Num texto de 1798 (O conflito das faculdades), ele escreve: "O que é um monarca absoluto? Aquele que, quando comanda: 'a guerra deve fazer-se', a guerra seguia-se efectivamente". Argumentando deste modo, Kant tomava como alvo em particular a Inglaterra do seu tempo, sem se deixar enganar pela forma "liberal" daquele país. É uma lição de que devemos tirar proveito: os "monarcas absolutos" da nossa época, os tiranos e ditadores planetários da nossa época têm assento em Washington, em Bruxelas e nas mais importantes capitais ocidentais. 

Propaganda de guerra pelos jornais e televisão


Jornalistas devem ser julgados pela Justiça Internacional
A propaganda de guerra entrou em nova fase, e hoje envolve ação coordenada de estações de TV por satélite. CNN, France24, a BBC e a rede al-Jazeera converteram-se em instrumentos de desinformação, usadas para demonizar governos e governantes e justificar agressões armadas. Essas práticas são crimes tipificados na legislação internacional. É preciso pôr fim à impunidade desses criminosos ‘midiáticos’.
A informação processada e distribuída sobre a Líbia e a Síria marca um ponto de virada na história da propaganda de guerra, e os meios usados tomaram de surpresa a opinião pública internacional.
Quatro potências – EUA, França, Reino Unido e Qatar – somaram seus meios técnicos para intoxicar a ‘comunidade internacional’. Os principais canais usados foram a CNN (embora privada, interage com a unidade de guerra psicológica do Pentágono), France24, a BBC e a rede al-Jazeera.
Esses veículos estão sendo usados para atribuir aos governos da Líbia e da Síria crimes que não cometeram, ao mesmo tempo em que trabalham para encobrir os crimes que estão sendo cometidos pelos serviços secretos daquelas potências bélicas e pela OTAN.
Assistimos a golpe similar, em menor escala, em 2002, quando os canais Globovisión distribuíram imagens do que seria (mas não era) uma revolta popular contra o presidente eleito Hugo Chávez e imagens de ativistas armados, identificados por Globovisión como se fossem ativistas chavistas, atirando contra manifestantes. Essa encenação tornou-se necessária para mascarar um golpe militar orquestrado por Washington, com colaboração de Madrid. Em seguida, depois que levante popular legítimo fez abortar o golpe e reintegrou o presidente eleito, investigações conduzidas pela justiça venezuelana e por jornalistas sérios revelaram que a ‘revolução’ filmada e distribuída pelo canal Globovisión não passava de simulacro, criado por artifícios técnicos, e que nenhum chavista jamais atirara contra manifestantes; e que, isso sim, os manifestantes haviam sido vítimas de atiradores mercenários a serviço da CIA.
Vê-se acontecer o mesmo, novamente, agora, mas os criminosos são canais de televisão consorciados que distribuem imagens de eventos inexistentes na Líbia e na Síria. O objetivo é fazer-crer que a maioria dos líbios e dos sírios desejariam a destruição de suas instituições políticas e que Muammar Gaddafi e Bashar al-Assad teriam massacrado o próprio povo. A partir dessa intoxicação ‘midiática’, a OTAN atacou a Líbia e está em vias de também destruir a Síria.
Fato é que, depois da 2ª Guerra Mundial, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou legislação específica que proíbe e pune essas práticas ‘midiáticas’.
A Resolução n. 110, de 3/11/1947 criou “procedimentos a serem adotados contra a propaganda e incitadores de nova guerra”, condena “propaganda construída explicita ou implicitamente para provocar ou encorajar qualquer tipo de ameaça à paz, quebra de paz negociada ou ato de agressão."
A Resolução n. 381 de 17/11/1950 reforça aquela condenação e condena explicitamente qualquer censura a informação, como parte da propaganda contra a paz.
Finalmente, a Resolução n. 819 de 11/12/1954 sobre “remoção de barreiras que impeçam a livre troca de informação e ideias” reconhece a responsabilidade dos governantes no ato de remover barreiras que impeçam a livre troca de informação e ideias.
Ao fazê-lo, a Assembleia Geral desenvolveu doutrina própria sobre a liberdade de expressão: condenou todas as mentiras que levam à guerra; e impôs o livre fluxo de informações e ideias e o debate crítico, como armas a serem usadas necessariamente a favor da paz.
Palavras e, sobretudo, imagens, podem ser manipuladas de modo a servirem como ‘justificativa’ para os piores crimes. Nesse sentido, a intoxicação da opinião pública provocada pelas falsas notícias distribuídas por CNN, France24, BBC e al-Jazeera pode ser definida como prática de “crime contra a paz”.
Essas práticas criminosas ‘midiáticas’ devem ser vistas como mais sérias do que outros crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos pela OTAN na Líbia e por agências ocidentais de inteligência na Síria, na medida em que os crimes ‘midiáticos’ precederam e possibilitaram a prática dos demais crimes.
Todos os jornais, redes de televisão públicas e privadas e todos os jornalistas que operaram na propaganda de guerra – a favor dos ataques militares contra a Líbia (e, deve-se prever, em breve também contra a Síria) – devem ser julgados pela Corte Internacional de Justiça.
Caso isso não ocorra e a impunidade das grandes redes de comunicação sigam impunes em seu trabalho de divulgar mentiras para facilitar o roubo e o saque de pequenos países, será uma demonstração de que a Justiça internacional é uma farsa, uma balela, um grupo nocivo de marionetes a serviço das potências imperialistas. Portanto, caberá aos povos praticar a justiça com as próprias mãos para punir os governantes e proprietários de meios de comunicação terroristas.

Aviões britânicos bombardeiam a cidade de Sirte assassinando milhares de civis



Aviões britânicos bombardearam durante a noite diversas regiões da cidade de Sirte, a cidade natal do líder Muamar Kadafi. Foi mais um episódio covarde e sangrento, entre tantos outros patrocinados pelos países que compõe a Otan. Atacar e bombardear a população civil durante a noite é uma prática dos militares norte-americanos iniciada na Guerra da Coreia, quando dezenas de cidades e vilarejos da República Popular e Democrática da Coreia foram dizimadas sob ataque cruel e sanguinário.
"À meia-noite, uma formação de Tornados GR4s, que partiu da base da RAF (Royal Air Force) de Marham, em Norfolk, leste da Inglaterra, disparou uma salva de mísseis guiados de precisão Storm Shadow contra um bunker de um grande quartel-general na cidade natal de Kadafi, Sirte", afirma um comunicado.
A TV estatal líbia, Al Jamariya, anunciou nesta quinta-feira em sua página no Facebook que a Otan estava bombardeando Sirte, atingindo alvos civis, entre os quais hospitais, escolas e rodovias.
Imaginem se a Líbia disparasse mísseis em direção à Europa? Seria um desastre nem proporções e a opinião pública mundial ficaria revoltada ao extremo, mas a mídia ocidental silencia quando aviões partem da Inglaterra para despejar bombas na Líbia e voltar ao país de origem cantando vitória. É uma verdadeira desgraça para o futuro da humanidade não reagir a mais esse crime de guerra praticado por britânicos.
Não consta que a ONU tenha autorizado que aviões da Inglaterra bombardeassem cidades líbias. Trata-se de crime de guerra, condenável por toda a legislação internacional. Entretanto, por tratar-se de terrorismo de Estado patrocinado por aliado dos EUA, é praticamente impossível que haja qualquer conseqüência em tribunais penais internacionais, na maioria controlados pelos governos das potências imperialistas que hoje atacam a Líbia para roubar petróleo.
A situação hoje é caótica na Líbia. Falta água, luz, gasolina e alimentos na maioria das cidades, ou seja, os invasores atingiram seus objetivos de enfraquecer o país para permitir o roubo de suas riquezas através da formação de um governo pró-ocidente, a exemplo do que fizeram no Iraque e Afeganistão.
O povo árabe líbio e os partidários de Muamar Kadafi lutam contra a maior potência militar do planeta, incluindo amais avançada tecnologia de guerra, os aviões não-tripulados utilizados pelo governo norte-americano. A população líbia foi colocada em regime de terror pelos bombardeios diários da Otan que assassinou milhares e milhares de civis indefesos. 

Militares estrangeiros operam na Líbia


Desde o início da guerra de ocupação da Líbia por potências imperialistas ficou claro que sem o apoio da Otan e de militares estrangeiros os rebeldes não passavam de pequenos grupos de criminosos tentando dividir o país. Recebendo financiamento e armas dos governos dos EUA, França e Inglaterra, os rebeldes receberam também um grande número de mercenários estrangeiros, na maioria levas de desempregados de países africanos.
Para permitir a sobrevivência dos rebeldes, a Otan passou a bombardear indiscriminadamente as maiores cidades da Líbia, assassinando friamente milhares de civis indefesos, destruindo a infraestrutura do país. Nem mesmo hospitais e escolas foram preservadas dos bombardeios diários da Otan em sua sanguinária guerra para roubar petróleo.
Provando mais uma vez que os rebeldes não passam de mercenários de países poderosos, a mídia ocidental divulgou a conquista de Trípoli. Entretanto, governantes de diversos países estão pedindo publicamente ao líder Muamar Kadafi que cesse os combates. Ora, se existe superioridade militar dos rebeldes e se a capital foi conquistada, por que estes governantes tem que se humilhar pedindo que a população não resista aos rebeldes?
Nesta mesma linha, para chegar a Sirte – terra natal de Kadafi – os rebeldes pediram apoio a tropas estrangeiras, assassinos profissionais britânicos e franceses das chamadas “forças especiais” se preparam para lutar em Sirte, segundo o jornal Guardian. Isto configura invasão estrangeira. É a prova definitiva de que as potências estrangeiras estão diretamente ligadas ao conflito na Líbia, e que, diante da incapacidade das forças rebeldes em dominar o território, recorrem a mercenários estrangeiros europeus.
A participação direta de forças estrangeiras na Líbia não é de hoje, informa o jornal The Guardian: “Os soldados britânicos e franceses tomaram um papel de liderança não só na orientação dos bombardeiros para abrir caminho para os combatentes da oposição, mas também no planejamento da ofensiva que finalmente quebrou o cerco de seis meses na cidade de Misrata.” A confissão foi feita por Mohammed Subka, um especialista em comunicações da brigada Watum Al.
Na tarde de quinta-feira, Subka e sua unidade esperaram na linha de frente dos rebeldes, conhecido como Quilômetro Seis, a bordo de uma coluna demercenários em picapes preto montado com metralhadoras pesadas, e alguns tanques recentemente capturado. "Estamos com a equipe de Inglaterra", disse ele ao Guardian. "Eles nos avisam e comandam."
Quilometro Seis está no deserto, onde existe apenas uma mesquita cor de areiae uma lanchonete que atende em um cruzamento de tráfego. Sirte, cidade da tribo de Kadafi, está a 80 milhas de distância.
O avanço sobre a cidade não poderia começar até que as unidades recebessem ordens dos britânicos e franceses. Subka disse, após abrir o seu laptop fornecido pela Otan que as posições de artilharia que ameaçavam a rota estavam sendo monitoradas por satélites espiões da Inglaterra e França. "Não se preocupe com essas unidades - são preocupação da Otan", disse ele. Em outras palavras, a Otan estava encarregada de bombardeá-las para facilitar o deslocamento dos rebeldes.
O canal de televisão al-Orouba informou que a cidade de Sirte sendo bombardeada por aviões da Otan, mas a mídia ocidental não publicou uma palavra ou linha sobre novos massacres de milhares de civis indefesos.
Militares nas linhas de defesa confirmaram ao Guardian que diversas tropas estrangeiras - da Inglaterra, França, Catar e outros países da Europa Oriental – desembarcaram em Misrata por várias semanas,em uma base militar instalada na entrada da cidade.
Os rebeldes reclamavam que não havia contato com as aeronaves da Otan, que bombardeavam inclusive grupos de rebeldes. O problema foi solucionado com a presença de Subka, um agente da CIA infiltrado no aeroporto de Trípoli, onde trabalhou como atendente de aeronaves meses antes do início dos ataques, demonstrando que havia um planejamento estratégico de alguns anos para a guerra atual.
Segundo Subka, a equipe da Otan também ajudou a planejar a fuga dos rebeldes, duas semanas atrás, quando militares fiéis a Kadafi recuperaram o controle da cidade de Tawarga.
Comandantes rebeldes preferem evitar um ataque terrestre a Sirte, esperando persuadir os apoiadores de Kadafi a depor as armas sem lutar. Mas a Otan deflagrou uma série a Sirte usando mísseis Scud.

Carniceiros britânicos da SAS
Atualmente são estimados em 200 o número de os soldados das forças especiais britânicas SAS atuando na Líbia, mas o tamanho do contingente será ampliado nos próximos dias devido a resistência em Trípoli e ao apoio que Kadafi está recebendo de diversas tribos do deserto. 

Simples imagens de uma ditadura americana da democracia!


Uma notícia censurada, incluso nos meios do Youtube (demonstrando o controle da Inteligência do Atlantico Norte, em http://www.kaosenlared.net/noticia/youtube-censura-informacion-contrahegemonica-sobre-libia ) e que pesa a culpa e responsabilidade da situação não em Khadafi ou ao socialismo árabe, mas sobretudo ao capitalismo e ao imperialismo, incluso informático e dos meios de desinformação em massa do ocidente.

Vejam, e conheça a realidade por trás das aparências e mentiras!


Venceremos, como no caso do Vietnã, com uma vitória humilhante!

Chávez: la tragedia de Libia apenas está comenzado



Se afienza la alianza en Rusia y Venezuela en distintas áreas de cooperación binacional
Prensa PSUV.- A su salida de una reunión con el Canciller de Rusia, Sergey Lavtov, el Comandante Presidente Hugo Chávez Frías aseguró que la tragedia que vive el Pueblo de Libia apenas está comenzando con la posible salida forzada del Coronel Muanmar Al Gadhafi.
El Jefe de Estado acusó a la “locura imperial” del desastre que existe en la nación africana y enmarcó los bombardeos en la crisis económica que vive Estados Unidos en la actualidad, donde destaca más de 20 millones de personas desempleadas, además de una deuda que duplica su respectivo Producto Interno Bruto.
“Más allá de la suerte de nuestro amigo el Coronel Gadhafi, ¿Cuántos niños libios han muerto?”, se preguntó el Comandante, quien además añadió: “¿Por qué creen ustedes que a punta de ráfagas de ametralladoras a Telesur no lo dejan salir del hotel y a otros medios de comunicación. Tenemos informes que la entrada de estas ordas (“rebeldes”) a Trípoli fue en medio de una masacre”, señaló el Presidente Chávez.
Informó que la embajada venezolana en Trípoli fue asaltada y posteriormente saqueada por unas “ordas” al servicio del Gobierno norteamericano. “Lo mismo que hicieron aquí con la embajada cubana”, comparó el Jefe de Estado venezolano.
“Son ordas pues. No tienen nada que ver con el derecho internacional. Hay que exigir desde aquí respeto a la integridad física a nuestro embajador y al personal que allí labora. En segundo lugar respeto a nuestro territorio. Por eso digo que apenas comienza”, apuntó el Líder revolucionario.

Entero

Anunció que en los próximos días se someterá a un nuevo ciclo de quimioterapia y recalcó que su cuerpo ha respondido satisfactoriamente a los tratamientos.
“El cáncer yo lo tuve. Esta semana que viene a lo mejor voy a otra fase de quimioterapia. Todo eso es preventivo. Pero estoy enterito. Entero. Aquí puedo pasar 3 o 4 horas respondiendo las preguntas de ustedes”, reflexionó.
Aclaró que Venezuela tiene un presupuesto militar mínimo en comparación con los países de América Latina y el mundo y señalo que, por el contrario, el foco de la inversión en nuestro país está en los programas sociales, que en la última década sumaron un total de 400 mil millones de dólares, con los cuales nuestro país logró superar las metas del milenio en distintas áreas.
“Somos el país menos desigual de todo el continente, incluyendo Estados Unidos. Hemos reducido la pobreza estructural en más de la mitad en tan solo una década”, expresó Chávez, quien felicitó al equipo de trabajo de Telesur que cumple funciones en Libia

Reservas internacionales

Reiteró que en los próximos días comenzarán a llegar las reservas internacionales a nuestro país. Afirmó que el dólar cada día vale menos que el euro, tanto más cuanto en Estados Unidos están en riesgo de quiebras varios bancos de ese país.
“Ya quisiera el escualidaje que las reservas fueran de ellos otra vez, como manejaron a su antojo el Banco Central de Venezuela. En la IV república los presidentes del Banco Central eran banqueros”, recordó.
Instó a la oposición a que haga su campaña electoral con miras a las elecciones presidenciales del año 2012. Dijo que espera por un candidato para darle nockout en esos comicios, “quien sea, no yo, el Pueblo venezolano”.

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A guerra da Líbia em fotos!


Enquanto a imprensa ocidental festeja a carnificina promovida pela Otan na Líbia, o avanço de rebeldes (ratos mercenários) e criminosos comuns, o mundo assiste a repetição das guerras colonialistas promovidas pelos EUA, França e Inglaterra.

Por trás dos assassinatos demais de 4.000 líbios (entre homens, mulheres, velhos e crianças), a expulsão de mais de 1,5 milhão de trabalhadores estrangeiros do país, o naufrágio no Mar Mediterrâneo de mais de 500 embarcações onde morreram afogados mais de 2000 pessoas, a destruição da infraestrutura do país (bombardeada dia e noite pela Otan), o risco da soberania do país. Tudo isto não pode ser comemorado.

Pelo contrário, deve servir de vergonha e condenação para Obama, Sarkozy, Cameron e Rasmussen, verdadeiros criminosos terroristas que massacraram a população de um país inteiro para favor o comércio e a indústria bélica, roubando gás e petróleo de um pequeno país.

O mundo está de luto diante da barbárie praticada na Líbia pelas maiores potências militares do planeta.
O mundo está de luto pela morte da credibilidade da imprensa ocidental, que se mostrou mercenária e corrupta, inocentando criminosos e condenando inocentes.

A resistência líbia comandada pelo líder Muamar Kadafie seus filhos é a única esperança para resgatar a liberdade e a soberania da Jamahiriya Árabe Popular Socialista da Líbia.







- Viva Muamar Kadafi! - Viva a Líbia soberanae independente! - Viva a Era das Massas!

Algumas considerações acerca da Líbia!


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E o vencedor é…?

Antonio Luiz M. C. Costa24 de agosto de 2011 às 9:53h
Afeganistão e o Iraque mostraram que uma invasão bem-sucedida é apenas o começo de uma longa dor de cabeça. Foto: AFP
Repete-se há seis meses que “a queda de Kaddafi é iminente”, mas com grande parte de Trípoli nas mãos dos revoltosos, inclusive o complexo de governo, pode-se finalmente acreditar nessa frase sem correr o sério risco de superestimar a competência dos rebeldes. Demonstrado, mais uma vez, na noite de 22 de agosto. Todas as mídias anunciaram a captura de Saif al-Islam, filho e principal porta-voz de Kaddafi, supostamente confirmada pelo Tribunal Penal Internacional, mas ele apareceu num hotel cheio de jornalistas, dirigindo seu próprio carro, para assegurar que controlava a cidade e “escorraçaria as ratazanas”. Muhammad, o filho mais velho também “capturado”, escapou à prisão, segundo os rebeldes. Faz lembrar a frase feita sobre pessoas a quem não se deve dar duas tartarugas para cuidar ao mesmo tempo.
Em todo caso, o regime que dominou a Líbia por 42 anos foi derrotado. Menos pela “primavera árabe”, neste caso pouco mais que pretexto, do que pela intervenção direta dos EUA e seus aliados sob a folha de figueira do mandato da ONU para “proteger os civis” por meio de uma zona de exclusão aérea. Foram decisivos não só os ataques diretos dos aviões e navios da OTAN às tropas e instalações civis e militares de Kaddafi, como também a participação discreta, em terra, de conselheiros e instrutores militares da SAS (Special Air Service, força especial secreta do exército britânico) e de espiões do MI-6 no planejamento das ofensivas militares. Sem isso, a rebelião, ao que tudo indica, teria sido destroçada há meses.
Mas quem venceu? “Os rebeldes” é uma resposta que, além de ingênua, não quer dizer muita coisa. A oposição a Kaddafi é um saco de gatos que inclui monarquistas pró-ocidentais do antigo regime, islamistas originados da Al-Qaeda (como reconhece a própria OTAN), socialistas e empresários, além de muitas figuras importantes do regime teoricamente deposto. Os conflitos internos foram brutais mesmo durante a luta, como mostrou o assassinato do ex-ministro do Interior de Kaddafi e comandante militar rebelde Abdul Fatah Younis em 28 de julho, supostamente por rebeldes islamistas. Deixados a si mesmos, os rebeldes estariam prontos para outra rodada de guerra civil.
A vitória, por enquanto, pertence aos norte-americanos e europeus, que tentarão colher os louros na forma de petróleo. Os rebeldes já deram várias indicações de que os premiarão com contratos e concessões e punirão as estatais da Rússia, China e Brasil, países que se recusaram a apoiá-los e romper com Trípoli. Assim, uma leitura possível é que as velhas potências do Atlântico Norte tenham vencido a primeira batalha de uma nova guerra fria, que as opõe aos BRICS. Se consolidarão essa vitória, só o tempo dirá: o Afeganistão e o Iraque mostraram que uma invasão bem-sucedida é apenas o começo de uma longa dor de cabeça.

Antonio Luiz M. C. Costa

Antonio Luiz M.C.Costa é editor de internacional de CartaCapital e também escreve sobre ciência e ficção científica.

O capitalismo do desastre lança-se sobre a Líbia


por Pepe Escobar [*]
Cartoon de Victor Nieto.Pense da nova Líbia como o capítulo mais recente da série "Capitalismo do desastre". Ao invés de armas de destruição em massa, temos a R2P ("responsibility to protect"). Ao invés de neoconservadores, temos imperialistas humanitários.

Mas o objectivo é o mesmo: mudança de regime. E o projecto é o mesmo: desmantelar e privatizar completamente uma nação que não estava integrada no turbo-capitalismo; abrir uma outra (lucrativa) terra de oportunidade para o neoliberalismo com turbo-propulsor. A coisa toda é especialmente conveniente porque é um empurrão em meio a uma recessão quase global.

Levará algum tempo; o petróleo líbio não retornará totalmente ao mercado nos próximos 18 meses. Mas há a reconstrução de tudo o que a NATO bombardeou (bem, não muito do que o Pentágono bombardeou em 2003 foi reconstruído no Iraque...)

Seja como for – desde o petróleo à reconstrução – em tese assomam oportunidades de negócio sumarentas. O neo-napoleonico Nicolas Sarkozy, da França, e o britânico David da Arábia Cameron acreditam que estarão especialmente bem posicionados para lucrar com a vitória da NATO. Mas não há garantia que a nova fonte de riqueza líbia seja suficiente para erguer as duas antigas potências coloniais (neo-coloniais?) acima da recessão.

O presidente Sarkozy em particular extrairá as oportunidades de negócios para companhias francesas por tudo que elas valem – parte da sua ambiciosa agenda de "reposicionamento estratégico" da França no mundo árabe. Os complacentes media franceses exultantes dizem que esta foi a "sua" guerra – fiando-se em que ele decidiu armas os rebeldes no terreno com armamento francês, em estreita cooperação com o Qatar, incluindo uma unidade de comando chave rebelde que foi [enviada] por mar de Misrata para Tripoli no sábado passado, no princípio da "Operação Sirene".

Bem, ele certamente viu a oportunidade quando o chefe do protocolo de Muamar Kadafi desertou para Paris em Outubro de 2010. Foi quando o drama da mudança total de regime começou a ser incubado.

Bombas por petróleo 

Como observado anteriormente (ver Welcome to Libya's 'democracy' , Asia Times Online, August 24) os abutres já estão a circular sobre Tripoli para agarrar (e monopolizar) os despojos. E, sim, a maior parte da acção tem a ver com negócios de petróleo, como se verifica nesta clara afirmação de Abdeljalil Mayouf, gestor de informação na "rebelde" Arabian Gulf Oil Company: "Nós não temos problemas com países ocidentais como as companhias italianas, francesas e britânicas. Mas podemos ter algumas questões políticas com a Rússia, a China e o Brasil".

Estes três acontece serem membros cruciais do grupo BRICS de economias emergentes (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), as quais estão realmente a crescer enquanto as economias atlantistas que fazem os bombardeamentos da NATO estão ou encravadas na estagnação ou em recessão. Acontece que os quatro principais BRICS também se abstiveram de aprovar a resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU, a fraude da zona de interdição de voo (no-fly) que se metamorfoseou na mudança de regime conduzida pela NATO. Eles viram correctamente desde o princípio.

Para tornar as coisas piores (para eles), apenas três dias antes de o Africom do Pentágono lançava seus primeiros 150 Tomahawks sobre a Líbia, o coronel Kadafi deu uma entrevista à TV alemã enfatizando que se o país fosse atacado, todos os contratos de energia seriam transferidos para companhias russas, indianas e chinesas.

Assim, os vencedores da mina petrolífera já estão designados: membros da NATO mais monarquias árabes. Dentre as companhias envolvidas, a British Petroleum (BP), a Total da França e a companhia nacional de petróleo do Qatar. Para o Qatar – o qual despachou caças a jacto e recrutadores para as linhas de frente, treinou "rebeldes" em técnicas de combate exaustivas e já administra vendas de petróleo na Líbia oriental – a guerra revelar-se-á uma decisão de investimento muito sábia.

Antes dos longos meses de crise que agora está na sua etapa final com os rebeldes na capital, Tripoli, a Líbia estava a produzir 1,6 milhão de barris por dia. Uma vez retomada a produção os novos dominadores de Tripoli colheriam uns US$50 mil milhões por ano. A maior parte das estimativas estabelece as reservas de petróleo da Líbia em 46,4 mil milhões de barris.

Os "rebeldes" da nova Líbia é melhor não se meterem com a China. Cinco meses atrás, a política oficial da China já era apelar a um cessar-fogo. Se isto tivesse acontecido, Kadafi ainda controlaria mais da metade da Líbia. Mas Pequim – que nunca foi adepta de mudanças de regime violentas – por enquanto está a exercer extrema contenção.

WenZhongliang, o vice-ministro do Comércio, observou deliberadamente: "A Líbia continuará a proteger os interesses e direitos de investidores chineses e esperamos continuar o investimento e a cooperação económica". Numerosas declarações oficiais estão a enfatizar a "cooperação económica mútua".

Na semana passada, Abdel Hafiz Ghoga, vice-presidente do duvidoso Conselho Nacional de Transição (CNT), disse à [agência] Xinhua que todos os negócios e contratos efectuados com o regime Kadafi seriam honrados – mas Pequim não quer correr riscos.

A Líbia forneceu mais de 3% das importações de petróleo da China em 2010. Angola é um fornecedor muito mais crucial. Mas a China ainda é o principal cliente da Líbia na Ásia. Além disso, a China poderia ser muito útil quanto à reconstrução da infraestrutura, o na exportação de tecnologia – não menos de 75 companhias chinesas com 36 mil empregados estavam já no terreno antes de estalar a guerra tribal/civil, rapidamente evacuados em menos de três dias.

Os russos – da Gazprom à Tafnet – tinham milhares de milhões de dólares investidos em projectos líbios, a petrolífera gigante brasileira Petrobrás e a companhia de construção Odebrecht também têm interesses ali. Ainda não está claro que lhes acontecerá. O director-geral do Russia-Libya Business Council, Aram Shegunts, está extremamente preocupado: "Nossas companhias perderão tudo porque a NATO as impedirá de fazerem negócios na Líbia".

A Itália parece ter aprovado a versão "rebelde" do "você ou está connosco ou sem nós". O gigante da energia ENI aparentemente não será afectado, pois o primeiro-ministro Silvio "Bunga Bunga" Berlusconi pragmaticamente jogou fora o seu anterior relacionamento muito estreito com Kadfi, no princípio da profusão de bombardeamentos Africom/NATO.

Directores da ENI estão confiantes em que os fluxos de petróleo e gás da Líbia para o Sul da Itália serão retomados antes do Inverno. E o embaixador líbio na Itália, Hafed Gaddur, reassegurou Roma de que todos os contratos da era Kadafi serão honrados. Por via das dúvidas, Berlusconi encontrará o primeiro-ministro do CNT, Mahmoud Jibril, nesta quinta-feira em Milão.

Bin Laden 

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Ahmet Davutoglu – da conhecida política "zero problemas com nossos vizinhos" – também tem estado a louvar os antigos "rebeldes" transformados em detentores do poder. Observando também as possibilidades de negócios pós Kadafi, Ancara – como flanco oriental da NATO – acabou por ajudar a impor um bloqueio naval ao regime de Kadafi, cultivou cuidadosamente o CNT e em Julho reconheceu-o formalmente como o governo da Líbia. Os "prémios" do negócio assomam.

E há ainda a questão crucial: como a Casa dos Saud vai lucrar por ter sido instrumental em estabelecer um regime amistoso na Líbia, possivelmente apimentado com notáveis Salafi. Uma das razões chave para o violento ataque saudita – o qual incluiu um voto falsificado na Liga Árabe – foi o rancor extremo entre Kadafi e o rei Abdullah desde os preparativos para guerra ao Iraque em 2002.

Nunca é demais enfatizar a hipocrisia cósmica de uma monarquia/teocracia medieval – a qual invadiu o Bahrain e reprimiu seus xiitas nativos – que saúda o que podia ser interpretado como um movimento pró-democracia na África do Norte.

Seja como for, é tempo de festa. Aguarda-se o Saudi Bin Laden Group para reconstruir tudo por toda a Líbia – eventualmente transformando o (saqueado) Bab al-Aziziyah num monstruoso e luxuoso Centro Comercial Tripolitania.
[*] Autor de 21 O Século Da Ásia (Nimble Books, 2009), Globalistan: How the Globalized World is Dissolving into Liquid War (Nimble Books, 2007) e Red Zone Blues: a snapshot of Baghdad during the surge . Seu último livro é Obama does Globalistan (Nimble Books, 2009). Email:pepeasia@yahoo.com . Para acompanhar o seu artigos sobre a Grande Revolta Árabe, clique aqui .

O original encontra-se em http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/MH25Ak02.html 


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

Saif Kadafi aparece em público para desmentir a imprensa mercenária




Apenas 12 horas foram necessárias para desmascarar novamente a mídia mercenária que faz a cobertura midiática na guerra de ocupação da Líbia. Dois filhos do líder Muamar Kadafi, Mohamed e Saif El Islam, eram dados como prisioneiros por toda a imprensa ocidental, tentando demonstrar importante vitória dos rebeldes.
Os rebeldes emitiram nota afirmando que Mohamed Kadafi havia sido resgatado por apoiadores na prisão domiciliar onde se encontrava, e Saif El Islan Kadafi foi ainda mais longe, apareceu – a vivo e a cores –em um dos principais hotéis do centro de Trípoli para desmentir a mídia e informar que seu pai, Muamar Kadafi, não deixará Trípoli e lutará até a vitória.
A imprensa brasileira é refém das agências internacionais de notícias que publicam apenas notícias aprovadas pelo Pentágono, ou seja, vendem mentiras para os leitores e telespectadores do mundo ocidental.
As cenas apresentadas por todos os canais de televisão, de rebeldes comemorando vitória na PraçaVerde de Trípoli, levavam a crer que a guerra havia terminado e que os rebeldes tomaram toda a capital. Mentiras!
A população líbia está aterrorizada por bombardeios diários da Otan. Todos os dias e todas as noites aviões norte-americanos, franceses, canadensese ingleses despejam toneladas de bombas nos bairros de diversas cidades líbias, destruindo hospitais, escolas, universidades, creches, viadutos, rodovias, e assassinando milhares de civis indefesos. A Otan – como apoio dos governos dos EUA, França, Canadá e Inglaterra - instauraram o terror para tentar deter a resistência do povo árabe líbio que apóia totalmente a liderança de Muamar Kadafi.
Os bombardeios diários que a Otan realiza na Líbia há mais de 6 meses são crime contra a humanidade, prática de genocídio que deveria ser julgada por tribunais penais internacionais independentes e soberanos, e não pelo atual Tribunal com sede em Haia, uma marionete a serviço dos interesses criminosos das potências imperialistas, sem nenhuma credibilidade.
Enquanto os grupos de rebeldes e mercenários estrangeiros financiados pela Otan festejam uma vitória que não existiu, as tropas fiéis ao governo se preparam para os combates casa a casa, rua a rua,porque Trípoli não vai se entregar nem à maior potência militar do mundo, a terrorista Otan.
As agências de notícias internacionais continuarão mentindo descaradamente para tentar influir no resultado desta guerra por petróleo. Trata-se de uma imprensa comercial, mídia-empresa a serviço da criminosa indústria bélica e dos governos imperialistas.
A família da Kadafi está unida e lutando ao lado do povo líbio contra os militares estrangeiros que desejam fazer a Líbia retroceder na história. Após construir a Democracia Direta (Era das Massas) e derrotar o colonialismo e uma monarquia (Rei Idris), o povo líbio não vai se render nem se sujeitar a governos estrangeiros corruptos e colonialistas.

José Gil

http://terceirateoria.blogspot.com/2011/08/saif-kadafi-aparece-em-publico-para.html
Fonte >> 

Viva a luta social e popular Líbia! Viva Khadafi!



Olá! Sou Fernando Gaebler, uma liderança e um militante virtual revolucionário e estou em pé de causa a favor da libertação da Líbia dos ratos e também no combate na web das mentiras das lutas, via web desmanchar a organização dos ratos e também fazer um grande apoio e dedicação a Líbia, ao Khadafi e aos ensinamentos do Livro Verde, também sendo aplicados na militancia virtual. Para tanto, convido-os oficialmente a compor o nosso movimento, nossa mobilização e articulação pró-Líbia e abaixo ocidente.

Meu blog político de apoio a Líbia http://fernandogaebler13.blogspot.com/

Lista no Facebook http://www.facebook.com/groups/apoioalibiasocialista/

Fórum de Apoio http://apoiolibia.tk/

E se possivel, uma integração nossa, trazer o maximo possivel de lutadores sociais e populares a favor do socialismo árabe líbio.

Abração companheiros! e viva Khadafi!

Viva a Líbia, Viva o socialismo árabe! Viva Khadafi...

Viva o Livro Verde...

Viva a revolução!

Em apoio ao Khadafi, e a Líbia!

" (...), o regime democrático é uma construção coerente que assenta sobre os congressos populares de base, os comitês populares e as uniões profissionais, que se reúnem em conjunto no Congresso Geral do Povo.


Não existe absolutamente nenhuma outra concepção da sociedade democrática autêntica fora desta."


(Livro Verde, obra produzida pela filosofia de Khadafi ao povo líbio).






É com este pesar que em apoio ao Líder Revolucionário, Irmão de Lutas sociais e populares Muammar Khadafi, e a sociedade socialista e revolucionária da Grande Jamairia Socialista Árabe do Povo Líbio. E na verdade ao mundo todo.


Anuncio com meu fervor revolucionário, nas causas das integrações das revoluções, na luta contra o sionismo americano e do capitalismo financista internacional, o meu apoio incondicional desta jovem liderança revolucionária, em favor da causa da autêntica justiça social contra os "rebeldes" sem causa, vendidos ao capitalismo democrático, falso democrático e aos grupos de interesses do capitalismo petrolífero e financista internacional. Pensemos um pouco nesse momento de angústia revolucionária mundial, principalmente em favor da Líbia.


Os magnatas do petróleo mundial estão em crises, por sua justa causa de acumulo do capital, exploração dos povos libertários contra o jugo do monopólio internacional dos Estados Unidos, de sua cria neoliberal, dessa anomalia que é a União Européia e na verdade ao centro do sistema capitalista mundial que é o capitalismo financista dos bancos americanos que felizmente estão entrando em crises devido a estupidez dos bancários americanos, dos porcos acumuladores de capitais e de tecnologia que são as empresas multinacionais dos petróleos alinhados com a "política" econômica dos americanos que nem mais merecem o nome de nação, nem mais são dignos de serem um povo.


Também dos sistemas militares desse centro do sistema capitalista mundial, do sionismo mundial com seus braços armados na OTAN que nada mais é que uma "ONU" européia que defende como banca de negócios capitalistas dos "militares" dos "países" capitalistas, é óbvio que há um tripé mundial que se alimentam da exploração econômica e quando não podem, oprimem na maior cara dura, na maior cara de pau, de forma brutal e estupidificante através da imprensa golpista mundial, este tripé é assentado na "liberdade" de sermos escravizados através das falcatruas militares, da "igualdade" entre os pares, os ricos mais ricos e os pobres mais pobres, e da propriedade - estando claro para o mundo inteiro quem é o nosso pior inimigo, o próprio e o mesmo Estados Unidos da América.


Do Movimento Fernando Gaebler, do Jovem Líder-Revolucionário Fernando Gaebler, da Agência Vermelha 1 e do que represento, meu apoio total ao Muammar Khadafi para que continue a governar sua "maquina política" socialista, para que a Líbia combata os "rebeldes" endinheirados e que vigore naquele país a revolução, a Lei e o progresso social.


Abaixo os Estados Unidos, abaixo a OTAN, abaixo o golpismo "rebelde". Abaixo o capitalismo mundial.


Viva a Fraternidade Internacional!


Viva a Revolução!

Curso Realidade Ufológica - Revelações Extraterrestres

Entrevista com Pierre Levý - Impactos Tecnológicos

Em minha pesquisas acerca da filosofia e da tecnologia da informação e comunicação, conhecida atualmente como ciberespaço, a filosofia do ciberespaço e a construção de um novo entendimento do que seja a filosofia nos plano ontológicos, epistêmicos e dos métodos de se construir a filosofia, duma perspectiva estruturalista que é de tradição francesa da filosofia da qual Pierre Levý se acha incluindo dentro da história da filosofia contemporânea, disponho abaixo um vídeo da qual ele é entrevistado acerca dos impactos da filosofia na contemporâneidade, tendo como objeto desta o ciberespaço.

Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4



Faz-se parte da série de vídeos "as formas de saber", da qual ele questiona a forma como o saber tradicional era realizado, das novas tecnologias do saber e também da filosofia atual.

Como filósofo, como comunicador jovem peço aos Internautas que acessam o FeGa, para pegar esses videos e ir divulgando na web com o movimento de blogues, com as redes sociais e postando em sites e espaços na web. A filosofia te Agradeçe!

Palestra do César Mangolin–Casa da Palavra de Santo André

No próximo sábado, dia 20 de agosto, a partir das 14:00 horas, o professor e militante do Partido Comunista Brasileiro, César Mangolin, fará uma palestra cujo tema é "Educação formal e capitalismo: transformação ou reprodução?", na Casa da Palavra, em Santo André, na Praça do Carmo.

Trata-se de um evento que ocorre duranto todo o ano, chamado "tardes filosóficas".
Envio por aqui o convite aos que se interessam pelo tema e também para que conheçam essa atividade em Santo André, que é gratuita e ocorre duas vezes por mês.

O cronograma até o final do ano das atividades pode ser encontrado no site abaixo:

http://casadapalavrasa.blogspot.com/

E se possível fazer a divulgação via movimento de blogues, nas redes sociais e por aí.

Reprodução de mensagem da Força Aérea Brasileira, apoio de Fernando Gaebler

FAB X REDE GLOBO.

A FAB é mantida por todos os cidadãos brasileiros e a Globo a empresa privada de alguns criminosos.
Nota Oficial ? Esclarecimentos sobre reportagem do Fantástico exibida em 07/08/2011

O Comando da Aeronáutica repudia veementemente o teor da reportagem do jornalista Walmir Salaro, levada ao ar no Fantástico deste domingo, sete de agosto, e no Bom Dia Brasil desta segunda-feira, oito de agosto.

A matéria em questão parte de princípios incorretos e de denúncias infundadas para passar à população brasileira a falsa impressão de que voar no Brasil não é seguro. A reportagem contradiz os princípios editoriais da própria Rede Globo ao apresentar argumentos com falta de Correção e falta de Isenção, itens considerados pela própria emissora como sendo atributos da informação de qualidade.

O jornalista embarcou em uma aeronave de pequeno porte (aviação geral), que tem características como nível de voo, rota, classificação e regras de controle aéreo diferentes dos voos comerciais. A matéria trata os voos sob condições visuais e instrumentos como se obedecessem as mesmas regras de controle de tráfego aéreo, levando o espectador a uma percepção errada.

O piloto demonstra espanto ao avistar outras aeronaves sobre o Rio de Janeiro e São Paulo, dando um tom sensacionalista a uma situação perfeitamente normal e controlada que ocorre sobre qualquer grande cidade do mundo. Nesse sentido, causa estranheza que a reportagem tenha mostrado a proximidade dos aviões como algo perigoso para os passageiros no Brasil. As próprias imagens revelam níveis de voo diferenciados, além de rotas distintas.

Além disto, o piloto que opta por regras de voo visual, só terá seu voo autorizado se estiver em condições de observar as demais aeronaves em sua rota, de acordo com as regras de tráfego aéreo que deveriam ser de seu pleno conhecimento. Mesmo assim, o piloto receberá, ainda, avisos sobre outros voos em áreas próximas.

Foi exatamente o que ocorreu durante a reportagem, que mostra o contato constante dos controladores de tráfego aéreo com o piloto. Desde a decolagem foram passadas informações detalhadas sobre os demais tráfegos aéreos na região, sem que houvesse qualquer perigo para as aeronaves envolvidas.

A respeito da dificuldade demonstrada em conseguir contato com o serviço meteorológico, é interessante lembrar que há várias frequências disponíveis para contato com o Serviço de Informações Meteorológicas para Aeronaves em Voo (VOLMET), que está disponível 24 horas por dia em todo o país. Além destas, há frequências de ATIS (Serviço Automático de Informação em Terminal) que fornecem continuamente, por meio de mensagem gravada e constantemente atualizada, entre outros dados, as condições meteorológicas reinantes em determinada Área Terminal, bem como em seus aeroportos. Como, aliás, é o caso da Terminal de Belo Horizonte, incluindo os aeroportos da Pampulha e de Confins.

Ressalte-se que, a despeito da operação de tais serviços, todos os pilotos têm a obrigação de obter informações meteorológicas antes do voo pessoalmente nas Salas de Informações Aeronáuticas dos aeroportos, por telefone ou até pela internet.

Ao realizar o voo sem, possivelmente, ter acessado previamente informações meteorológicas, o piloto expôs a equipe de reportagem a uma situação de risco desnecessário. Tratou-se, obviamente, de mais um traço sensacionalista e sem conteúdo informativo.

A respeito do momento da reportagem em que o controle do espaço aéreo diz que não tem visualização da aeronave, cabe esclarecer que o voo realizado pela equipe do Fantástico ocorreu à baixa altitude, em regras de voos visuais, uma situação diferente dos voos comerciais regulares.

Na faixa de altitude utilizada por aeronaves como das empresas TAM e GOL, extensamente mostradas durante a reportagem, há cobertura radar sobre todo o território brasileiro. Para isso, existem hoje 170 radares de controle do espaço aéreo no país. Como dito acima, é feita uma confusão entre perfis de voos completamente diferentes. Dessa forma, o telespectador do Fantástico ficou privado de ter acesso a informações que certamente contribuem para a melhor apresentação dos fatos.

No último trecho de voo da reportagem, o órgão de controle determinou a espera para pouso no Aeroporto Santos-Dumont. O que foi retratado na matéria como algo absurdo, na realidade seguiu rigorosamente as normas em vigor para garantir a segurança e fluidez do tráfego aéreo. Os voos de linhas regulares, na maioria das vezes regidos por regras de voo por instrumentos, gozam de precedência sobre os não regulares, visando a minimizar quaisquer problemas de fluxo que possam afetar a grande massa de usuários.

A reportagem também errou ao mostrar que Traffic Collision Avoidance System (TCAS) é acionado somente em caso de acidente iminente. O fato do TCAS emitir um aviso não significa uma quase-colisão, e sim que uma aeronave invadiu a ?bolha de segurança? de outra. Essa bolha é uma área que mede 8 km na horizontal (raio) e 300 metros na vertical (raio).

Cabe ressaltar ainda que a invasão da bolha de segurança não significa sequer uma rota de colisão, pois as aeronaves podem estar em rumos paralelos ou divergentes, ou ainda com separação de altitude, em ambiente tridimensional.

A situação pode ser corrigida pelo controle do espaço aéreo ou por sistemas de segurança instalados nos aviões, como o TCAS. Nem toda ocorrência, portanto, consiste em risco à operação. O TCAS, por exemplo, pode emitir avisos indesejados, pois o equipamento lê as trajetórias das aeronaves, mas não tem conhecimento das restrições impostas pelo controlador.

Todas as ocorrências, no entanto, dão início a uma investigação para apurar os seus fatores contribuintes e geram recomendações de segurança para todos os envolvidos, sejam controladores, pessoal técnico ou tripulantes. É esse o caso dos 24 relatórios citados na reportagem. A existência desses documentos não significa a ocorrência de 24 incidentes de tráfego aéreo, e sim uma consequência direta da cultura operacional de registrar todas as situações diferentes da normalidade com foco na busca da segurança.

A investigação tem como objetivo manter um elevado nível de atenção e melhorar os procedimentos de tráfego aéreo no Brasil, pois é política do Comando da Aeronáutica buscar ao máximo a segurança de todos os passageiros e tripulantes que voam sobre o país. Incidentes e acidentes não são aceitáveis em nenhum número, em qualquer escala.

Sobre a questão dos controladores de tráfego aéreo, ao contrário da informação veiculada, o Brasil tem atualmente mais de 4.100 controladores em atividade, entre civis e militares. No total, são mais de 6.900 profissionais envolvidos diretamente no tráfego aéreo, entre controladores e especialistas em comunicação, operação de estações, meteorologia e informações aeronáuticas.

Para garantir a segurança do controle do espaço aéreo no futuro, o Comando da Aeronáutica investe na formação de controladores de tráfego aéreo. A Escola de Especialistas de Aeronáutica forma anualmente 300 profissionais da área. Todos seguem depois para o Centro de Simulação do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), inaugurado em 2007 em São José dos Campos (SP). Com sistemas de última geração e tecnologia 100% nacional, o ICEA ampliou de 160 para 512 controladores-alunos por ano, triplicando a capacidade de formação e reciclagem.

Vale salientar que a ascensão operacional dos profissionais de controle de tráfego aéreo ocorre por meio de um conselho do qual fazem parte, dentre outros, os supervisores mais experientes de cada órgão de controle de tráfego aéreo. Desse modo, nenhum controlador de tráfego aéreo exerce atividades para as quais não estejam plenamente capacitados.

A qualidade desses profissionais se comprova por meio de relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). De acordo com o Panorama Estatístico da Aviação Civil Brasileira, dos 26 tipos de fatores contribuintes para ocorrência de acidentes no país entre 2000 e 2009, o controle de tráfego aéreo ocupa a 24° posição, com 0,9%. O documento está disponível no link: 

 
http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/Anexos/article/19/PANORAMA_2000_2009.pdf

A capacitação dos recursos humanos faz parte dos investimentos feitos pelo DECEA ao longo da década. Entre 2000 e 2010, foram R$ 3,3 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão somente a partir de 2008. O montante também envolve compra de equipamentos e a adoção do Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional (SAGITÁRIO), um novo software nacional que representou um salto tecnológico na interface dos controladores de tráfego aéreo com as estações de trabalho. O sistema tem novas funcionalidades que permitem uma melhor consciência situacional por parte dos controladores. Sua interface é mais intuitiva, facilitando o trabalho de seus usuários.

Os resultados desses investimentos foram demonstrados pela auditoria realizada em 2009 pela International Civil Aviation Organization (ICAO), organização máxima da aviação civil, ligada às Nações Unidas, com 190 países signatários. A ICAO classificou o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro entre os cinco melhores no mundo. De acordo com a ICAO, o Brasil atingiu 95% de conformidade em procedimentos operacionais e de segurança.

Sem citar quaisquer dessas informações, para realizar sua reportagem, a equipe do Fantástico exibe depoimentos sem ao menos pesquisar qual a motivação dessas fontes. O Sr. Edileuzo Cavalcante, por exemplo, apresentado como um importante dirigente de uma associação de controladores, é acusado por atentado contra a segurança do transporte aéreo, motim e incitação à indisciplina, e responde por essas acusações na Justiça Militar.

O Sr. Edileuzo Cavalcante foi afastado da função de controlador de tráfego aéreo em 2007 e recentemente excluído das fileiras da Força Aérea Brasileira. Em 2010, também teve uma candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral.

Quanto à informação sobre as tentativas de chamada por parte do controlador de tráfego aéreo, Sargento Lucivando Tibúrcio de Alencar, no caso do acidente ocorrido com a aeronave da Gol (PR-GTD) e a aeronave da empresa Excel Aire (N600XL) em 29 de setembro de 2006, cabe reforçar que elas não obtiveram sucesso devido à aeronave da Excel Aire não ter sido instruída oportunamente a trocar de frequência e não a qualquer deficiência no equipamento, conforme verificado em voo de inspeção. Durante as tentativas de contato, a última frequência que havia sido atribuída à aeronave estava fora de alcance, impossibilitando o estabelecimento das comunicações bilaterais.

Já quando foi consultar o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, a equipe de reportagem omitiu o fato que trataria de problemas de tráfego aéreo. Foi informado que se tratava unicamente sobre a evolução do tráfego aéreo de 2006 a 2011.

Por fim, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica ressalta que voar no país é seguro, que as ferramentas de prevenção do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro estão em perfeito funcionamento e que todas as ações implementadas seguem em concordância com o volume de tráfego aéreo e com as normas internacionais de segurança. No entanto, este Centro reitera que a questão da segurança do tráfego aéreo no país exige um tratamento responsável, sem emoção e desvinculado de interesses particulares, pessoais ou políticos.

Brasília, 9 de agosto de 2011.
 

Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno
 
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica